Tomar uma decisão em diversificados casos tem sido uma questão de dificuldade; o que leva a vários erros.
Quando se lê os primeiros versículos do capítulo 27 do Evangelho de Mateus, contepla-se uma viva idéia de erro. Judas Iscariotes, o que O traiu; como é comumente tratado em todos os Evangelhos acabava de sentir dentro de si a dor do pecado. Porque ele esteve o tempo inteiro com o seu Senhor, quando pecou justamente contra Ele sentiu-se demasiadamente culpado; e é isso que o pecado faz, nos traz culpa e nos afasta de Deus (Isaías59.2). Mas a culpa ela só vem depois de se cometer o erro. Judas não pensou primeiro naquilo que posteriormente sentiria depois de trair o seu Senhor; tendo visto em todo esse tempo os ensinamentos de santidade que Ele dava e a inocência que portava dentro de Si (Mateus27.4a). E porque a culpa não perdoa a ninguém, Judas também foi tomado por esse grande destruidor: a culpa. A culpa quando vem nos faz ver o excesso de erro que há dentro de nós e Judas também viu isso. Ele passou por momentos de trizteza pelo facto de ter errado, disso toda gente passa e deve passar; Após a tristeza ele teria passado pelo passo seguinte que o restauraria, o arrependimento que leva ao perdão de pecados, mas não foi isso que ele fez. Judas tomou a decisão mais errada que um Homem culpado pode tomar, suidou-se.
Suicidar-se é dizer basta a tudo, é dizer chega a o futuro, é declarar a derrota. O suicídio é agregador do pensamento de desistência e se existe uma coisa que Judas não devia ter feito, foi essa que ele fez.
Há muita gente hoje que persiste no erro e isso é errado(Provérbios29.1). Mas nunca é melhor opção a desistência ou uma coisa assim.
O melhor que se pode e deve fazer é tomar a decisão que o filho pródigo tomou(Lucas15.18) e tomar uma nova vida(1Coríntios5:17).

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